clínico.ia

Documento legal

Termos de uso.

O texto que você aceita ao criar a conta, aberto para ler antes disso. É o mesmo documento, e não um resumo dele.

Versão 3 · dois documentos, lidos nesta ordem

Termos de uso do clínico.ia

1. Quem oferece o serviço

O clínico.ia é oferecido por CLINICO AI TELEMEDICINA E TECNOLOGIA LTDA., inscrita no CNPJ sob o número 68.389.581/0001-39, com sede na Avenida Ibirapuera, 1753, conjunto 202-C, Indianópolis, São Paulo, SP, CEP 04029-100. Neste documento, ela é chamada de clínico.ia.

A diretora técnica médica do clínico.ia é a Dra. Joelma Amaral Galvão, CRM/SP 222319.

Ao criar a sua conta e aceitar este documento, você concorda com o que está escrito aqui. Leia com calma. Ele explica o que você pode esperar do atendimento, o que ele não faz e quais são as responsabilidades de cada lado.

2. O que o clínico.ia é

O clínico.ia é um serviço de atendimento de saúde a distância, com consulta médica e terapia com psicólogo. Quem decide sobre o seu caso é sempre um profissional de saúde com registro ativo no conselho da profissão: um médico, no Conselho Regional de Medicina (CRM), ou um psicólogo, no Conselho Regional de Psicologia (CRP).

Você pode ser atendido pelo aplicativo, pelo site, pelo WhatsApp ou por um totem instalado em farmácias e unidades de saúde parceiras.

Antes de o profissional ver o seu caso, você conversa com a Cecília. Ela é um programa de computador que faz as perguntas iniciais e organiza o que você contou. A conversa com a Cecília faz parte de todo atendimento. O documento "Como a Cecília e a tecnologia participam do seu atendimento" explica o que ela faz e o que ela não faz.

O clínico.ia não é plano de saúde e não substitui um.

3. Como a consulta acontece

Primeiro, você conversa com a Cecília, por voz ou por escrito. No totem, antes da conversa, um aparelho mede alguns sinais vitais.

Na conversa, a Cecília pergunta também sobre sinais de emergência. Se um sinal aparecer, o atendimento para e mostramos como procurar socorro.

Em seguida, um médico disponível recebe o seu caso. Ele lê a conversa inteira e decide. Ele pode fazer perguntas a você pelo chat do atendimento.

Por fim, o médico responde com a orientação dele e, quando for o caso, com documentos. Em algumas unidades com totem, o médico fala com você por vídeo, ao vivo.

Não prometemos tempo de resposta. O tempo depende de haver médico disponível. Você pode desistir do atendimento enquanto nenhum médico tiver assumido o seu caso.

4. Como a terapia acontece

Se, na conversa, você pedir terapia ou contar que procura ajuda para o que sente no emocional, a Cecília pergunta se você quer marcar uma sessão com um psicólogo. A conversa só segue para a terapia se você disser que sim. A terapia é oferecida no aplicativo, no site e no WhatsApp, e não no totem.

A Cecília faz algumas perguntas, escreve um resumo para o psicólogo e mostra horários livres. Você escolhe um, e a sessão fica marcada. Você pode marcar uma sessão só, ou manter o mesmo horário toda semana ou a cada quinze dias, com o mesmo psicólogo. Se não houver horário livre, você entra numa lista de espera, e avisamos quando abrir um horário.

A sessão é por vídeo, ao vivo, e dura em geral 50 minutos. Quinze minutos antes do horário, mandamos o link da sala pelos canais de aviso que você escolheu, como o WhatsApp e o e-mail. O link abre a sala sem senha, de 15 minutos antes do início até 30 minutos depois do fim. Não repasse o link: quem o tiver consegue entrar na sala.

A terapia não é atendimento de crise. Se, na conversa, aparecer sinal de risco à sua vida, nada é marcado, e mostramos como pedir ajuda imediatamente, como explica o item 7.

O psicólogo não receita medicamento. Se você precisar de remédio, abra uma consulta médica.

5. O que o atendimento a distância não faz

Ninguém examina você fisicamente. O médico não escuta o seu pulmão, não apalpa o seu abdome e não olha a sua garganta de perto. Isso limita o que é possível concluir a distância. Essa limitação faz parte do atendimento e não é uma falha dele.

No totem, um aparelho mede a sua pressão, a temperatura, a oxigenação do sangue e os batimentos por minuto antes da conversa. A medição faz parte do atendimento ali, e o médico lê esses números. Ela ajuda, mas não substitui o exame físico.

Há condições que só podem ser avaliadas presencialmente. Quando for o caso, o médico dirá isso a você.

6. Quando o médico orienta atendimento presencial

Se o seu caso precisar de exame físico, de exame de imagem, de procedimento ou de um cuidado que não cabe a distância, o médico encerra o atendimento e orienta você a procurar atendimento presencial. Ele diz o motivo.

Isso não é recusa de atendimento. É a conduta correta quando o que você tem exige presença, e fica registrado no seu atendimento.

Quando o caso pede outra especialidade, o médico pode emitir um encaminhamento, sempre com o motivo escrito.

7. Emergência não se resolve por aqui

Dor no peito, falta de ar intensa, desmaio, sangramento que não para, fraqueza súbita de um lado do corpo, confusão mental repentina, convulsão ou pensamento de tirar a própria vida.

Nesses casos, ligue para o 192 (SAMU) ou vá ao pronto-socorro mais próximo. Não espere resposta pelo aplicativo. Se você estiver dentro de uma unidade de saúde, avise imediatamente a equipe presencial da unidade.

Se você estiver em sofrimento emocional, o Centro de Valorização da Vida atende pelo 188, de graça e a qualquer hora.

A Cecília pergunta sobre esses sinais durante a conversa e registra o que você responde. Quem decide se a resposta indica emergência são regras fixas, escritas por pessoas, e o caso só segue para o profissional depois dessa conferência.

8. Quem pode usar

Para ter conta no clínico.ia, você precisa ter 18 anos ou mais. Hoje o clínico.ia não atende menores de idade, nem por meio da conta de um responsável.

9. Cadastro, identidade e acesso

Para ser atendido, você precisa de um cadastro com dados verdadeiros. O documento "Política de privacidade e tratamento dos seus dados de saúde" lista os dados pedidos.

Antes do seu primeiro atendimento, em qualquer porta, você precisa confirmar a sua identidade. Uma empresa especializada fotografa o seu documento e grava o seu rosto por alguns segundos, para confirmar que é você, ao vivo. Depois ela compara o rosto com a foto do documento e confere o nome e o CPF. Sem essa confirmação, o atendimento não é aberto. Se não der certo em três tentativas, uma pessoa da nossa equipe analisa o resultado de cada conferência. Ela não vê as imagens.

A verificação existe porque documento médico é emitido em nome de uma pessoa. Emitir receita para quem não é quem diz ser é um risco para todo mundo.

No totem, você faz a verificação pelo seu celular, lendo o código que aparece na tela. Quem não tem celular pode fazê-la com a câmera do próprio totem. Como o totem fica em lugar público, confira se ninguém está olhando a tela.

Você entra na sua conta com e-mail e senha, com a sua conta Apple ou Google, ou com um código enviado ao seu WhatsApp. O seu acesso é pessoal e intransferível. Se desconfiar que alguém entrou na sua conta, avise pelo canal do item 16.

Se você usa Face ID ou digital para abrir o aplicativo, a leitura acontece no seu celular e fica nele. O clínico.ia não recebe a sua digital nem o seu rosto por esse recurso.

No totem, a sua conta é fechada sozinha 30 segundos depois que o seu caso segue para o médico, ou depois de 5 minutos sem uso. Um aviso aparece antes.

Você pode chamar pessoas da sua casa para o seu grupo da família, informando o CPF e o parentesco de cada uma. Cada pessoa usa a própria conta. Quem já tem conta aceita ou recusa o convite. Quem cria a conta depois, com o CPF convidado, entra no grupo ao criar a conta, e pode sair dele quando quiser.

Você pode pedir para abrir um atendimento em nome de alguém do seu grupo, por exemplo para ajudar quem não usa celular. A pessoa precisa autorizar esse pedido, e a autorização vale para um atendimento só. Abrir o atendimento por alguém não dá a você acesso ao histórico de saúde dessa pessoa.

10. Documentos emitidos

O médico pode emitir receita, receita de controle especial, receita sujeita a retenção, atestado, encaminhamento, laudo e solicitação de exames. Todos trazem o nome e o número de registro do médico e um código para conferência.

Documentos que a lei exige assinados com certificado digital ICP-Brasil só têm validade quando saem assim. Enquanto um documento não tiver essa assinatura, ele traz escrito que não tem validade legal. Não use esse documento como se tivesse.

Você abre os seus documentos no aplicativo ou no site. Avisamos por e-mail quando um documento é emitido. O e-mail traz um link, e não o documento. Se o seu atendimento foi pelo WhatsApp, o documento também chega por lá, como arquivo.

Quem tiver o código do documento, como uma farmácia, pode abrir o documento completo na nossa página de conferência, sem precisar de conta. Guarde o código como você guarda a própria receita. Documento cancelado continua aparecendo nessa página, marcado como cancelado.

O médico decide se um documento cabe no seu caso. Consulta não é garantia de receita, de atestado ou de afastamento. A decisão de não emitir é uma conduta médica como qualquer outra.

Alguns medicamentos não podem ser receitados por aqui e exigem receita em papel, entregue presencialmente: os que pedem Notificação de Receita A ou B, os retinoides de uso oral, a talidomida e os anabolizantes. Uma nova receita de medicamento de uso contínuo também exige nova consulta.

11. Acompanhamento continuado

Doença que exige acompanhamento ao longo do tempo pede consulta presencial periódica. Quando o médico registra que você tem uma condição crônica, o clínico.ia conta 120 dias e avisa você 30 dias antes, 7 dias antes e no dia em que esse prazo vence. Os avisos saem pelo aplicativo, por e-mail e pelo WhatsApp. Você pode nos contar, pelo aplicativo, quando foi a um médico presencialmente.

12. Você precisa nos contar a verdade

As decisões do profissional se apoiam no que você descreve. Informação omitida ou trocada muda a conduta, e a distância não permite conferir.

Isso vale para sintomas, doenças que você já tem, medicamentos que usa, alergias e gravidez. Omitir qualquer uma dessas informações pode levar a uma conduta errada, e a responsabilidade por essa omissão é sua.

Se você conversar por voz, prefira um lugar reservado. A fala de outras pessoas por perto pode ser registrada como se fosse sua.

13. Quanto custa

Hoje a consulta no clínico.ia é sem custo, em todas as portas, e a sessão de terapia também. Não há mensalidade e não pedimos dados de cartão.

Se isso mudar, publicamos uma versão nova deste documento. Você verá o preço antes de qualquer cobrança e decidirá se continua.

14. Exclusão e encerramento da conta

Você pode pedir a exclusão dos seus dados a qualquer momento. O item "Como excluir a sua conta e os seus dados" da política de privacidade explica o caminho e o que acontece depois.

O prontuário não é apagado. A guarda do registro médico e do registro das sessões de terapia é obrigação legal e não depende da vontade de nenhuma das partes.

Podemos suspender ou encerrar a sua conta se houver fraude na identidade, uso do serviço para obter documento médico de forma indevida, ameaça ou agressão a profissional de saúde, ou uso da conta por outra pessoa.

15. Disponibilidade do serviço

Trabalhamos para manter o clínico.ia disponível, mas ele depende de internet, de energia e de empresas de tecnologia. Pode haver interrupção programada para manutenção ou interrupção não programada por falha.

Por isso vale repetir: o clínico.ia não substitui o serviço de urgência.

16. Uso proibido, propriedade e contato

É proibido usar o serviço para fraude, para obter documento médico em nome de outra pessoa, para tentar acessar dados de terceiros, ou para copiar, desmontar ou atacar o sistema.

A marca clínico.ia, o aplicativo, o site e os materiais do serviço pertencem ao clínico.ia ou a quem os licencia. Eles não podem ser copiados, modificados ou distribuídos sem autorização por escrito. Isso não alcança os seus dados nem os seus documentos médicos, que são seus.

Para falar com a gente, escreva para privacidade@clinicoia.com.br.

17. Normas que seguimos

O atendimento médico segue a Resolução CFM 2.314/2022, sobre telemedicina, a Resolução CFM 2.336/2023, sobre publicidade médica, e a Resolução CFM 2.454/2026, sobre inteligência artificial na medicina. O tratamento de dados segue a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018).

18. Mudanças neste documento e foro

Se este documento mudar, você vê o texto novo antes de continuar, e nenhum atendimento é aberto, em nenhuma porta, sem a sua decisão sobre a versão em vigor. A versão anterior fica registrada, e o seu aceite sempre aponta para o texto que você leu no dia.

Este documento segue a lei brasileira. Qualquer questão pode ser levada ao foro do seu domicílio, como garante o Código de Defesa do Consumidor.

Como a Cecília e a tecnologia participam do seu atendimento

1. Quem é a Cecília

Antes de o profissional ver o seu caso, você conversa com a Cecília.

A Cecília não é uma pessoa e não é médica. Ela é um programa de computador do clínico.ia que usa inteligência artificial para fazer as perguntas iniciais e organizar o que você contou num resumo para o profissional. Ela não diz o que você tem, não receita e não decide nada sobre o seu tratamento.

Este documento existe porque a Resolução CFM 2.454/2026 pede que você saiba disso antes de ela participar do seu atendimento.

2. Como você conversa com ela

Por voz: no aplicativo, no site e no totem, a conversa começa falada, com o microfone aberto. A Cecília pode aparecer com um rosto animado, gerado por computador. Dá para escrever na mesma tela.

Por escrito: no aplicativo, no site e no WhatsApp. Por escrito, você também pode mandar fotos, áudios e arquivos.

A câmera do seu aparelho não é usada na conversa com a Cecília. Ela só é usada na consulta por vídeo com o médico, no totem.

A conversa por voz não é gravada. O som é transformado em texto e não é guardado. O que fica registrado é o texto.

3. O que ela faz

Ela pergunta o que você está sentindo, há quanto tempo, o que melhora, o que piora e o que mais o médico vai precisar saber. Depois organiza tudo num resumo, junto com o que já existe no seu prontuário, para o médico ler antes de decidir.

No seu primeiro atendimento, ela também pergunta se você tem alergia, se tem doença crônica e se usa algum medicamento. Quando se aplica, pergunta se você está grávida e qual método contraceptivo usa. As suas respostas ficam registradas no seu prontuário, porque essas informações podem impedir ou mudar uma receita.

Se você procura terapia, ela pergunta se você quer marcar uma sessão com um psicólogo, e só segue por esse caminho se você disser que sim. Ela pergunta como você está se sentindo, o que está acontecendo e como isso afeta o seu dia, escreve um resumo para o psicólogo e mostra horários livres. Quem escolhe o horário é você.

4. A tecnologia também trabalha para o médico

Depois da conversa, a mesma tecnologia prepara uma proposta de conduta para o médico. A proposta traz a orientação e, quando cabem, os documentos já escritos, como receita, atestado ou solicitação de exames. Regras automáticas conferem essa proposta contra o seu prontuário e contra o que você disse na conversa, como as suas alergias e os medicamentos que não podem ser receitados por aqui.

Nada dessa proposta chega a você sem que o médico a leia e decida. Ele pode corrigir, trocar, descartar tudo e escrever outra coisa. O médico também pode fazer perguntas à tecnologia sobre o seu caso enquanto analisa.

Na terapia, a tecnologia não prepara proposta nenhuma. O psicólogo recebe o resumo da conversa.

Parte dos atendimentos concluídos é lida de novo por outro médico, que não sabe quem atendeu. É a nossa auditoria de qualidade.

5. O que ela não faz

Ela não conclui o que você tem. Não diz que exame fazer. Não indica medicamento, não ajusta dose e não interrompe tratamento. Não emite receita, atestado ou laudo. Nada do que ela escreve chega a você como orientação médica.

Ela pergunta sobre sinais de emergência, mas não decide se é emergência. Quem decide são regras fixas, escritas por pessoas, a partir do que você responde.

6. Quem decide é sempre um profissional de saúde

Tudo o que a tecnologia organiza ou propõe passa por um profissional de saúde com registro no conselho da profissão antes de virar conduta, receita ou atestado: um médico, no Conselho Regional de Medicina (CRM), ou um psicólogo, no Conselho Regional de Psicologia (CRP). O profissional pode discordar, corrigir, perguntar de novo ou chegar a outra conclusão. A responsabilidade pela conduta é dele.

7. O que ela vê e ouve

O que você fala é transformado em texto. O texto fica no seu prontuário. Na consulta, o médico lê esse texto. Na terapia, o psicólogo recebe o resumo que a Cecília escreve.

O que você escreve fica no seu prontuário do mesmo jeito.

As fotos que você envia são descritas pela tecnologia no momento do envio. A descrição fica no prontuário, e o médico vê a foto.

Os áudios que você envia são transcritos no envio, e a transcrição fica no prontuário.

Dos arquivos em PDF, a tecnologia lê o texto. Documento em formato Word não é lido.

Ela também usa o seu prontuário: condições, alergias, medicamentos em uso, hábitos, peso e altura, e as últimas medições do totem, com a data e a hora em que foram feitas.

Esse conteúdo faz parte do seu atendimento e segue as mesmas regras de sigilo do resto do seu prontuário.

8. As empresas de tecnologia por onde o seu conteúdo passa

Para funcionar, a Cecília usa a tecnologia de empresas especializadas, contratadas pelo clínico.ia:

  • a empresa de inteligência artificial recebe o texto da conversa, as transcrições, as fotos e os áudios que você envia, o resumo do seu prontuário e os sinais vitais;
  • a empresa de transcrição recebe a sua voz durante a conversa falada;
  • a empresa de geração de voz recebe o texto que a Cecília vai falar;
  • a empresa que anima o rosto da Cecília recebe só o áudio da fala dela. Ela não recebe a sua voz nem a sua imagem.

Essas empresas tratam o conteúdo só para prestar o serviço ao clínico.ia, sob contrato. A política de privacidade lista essas e as demais empresas que recebem dados seus.

Antes de enviar o texto, trocamos o seu nome, o CPF, o e-mail, o telefone e o CEP por códigos, tanto na conversa escrita quanto na falada. O que volta é reconstruído aqui dentro, e por isso a Cecília continua chamando você pelo nome. Essa troca não alcança fotos e áudios, que vão como estão.

O conteúdo do seu atendimento não é usado para treinar a tecnologia dessas empresas.

9. Ela pode errar

A Cecília organiza o que você contou, e pode organizar mal. Ela pode entender uma palavra fora do contexto, deixar de fazer uma pergunta que faria falta ou resumir de um jeito que não é exatamente o que você quis dizer. A transcrição da voz também pode errar.

É por isso que, na consulta, o médico lê a sua conversa inteira, e não só o resumo. E é por isso que o profissional pode perguntar de novo o que você já respondeu.

10. A conversa com a Cecília faz parte do atendimento

A conversa inicial com a Cecília faz parte de todo atendimento do clínico.ia. Se você não concorda com a participação dela, o clínico.ia não consegue atender você. Nesse caso, procure atendimento presencial.

11. Fica registrado

O uso da tecnologia no seu atendimento e o que ela propôs ficam registrados no seu prontuário, como exigem as normas do Conselho Federal de Medicina. O médico que atende você sabe o que ela propôs e o que ele decidiu.

A tela de cada documento, no aplicativo e no site, informa que o atendimento contou com o apoio dessa tecnologia.

12. Como retirar este consentimento

Você pode retirar este consentimento a qualquer momento, pelo e-mail privacidade@clinicoia.com.br. Como a conversa com a Cecília faz parte do atendimento, a retirada impede novos atendimentos. O que já foi registrado continua no prontuário, porque é registro de atendimento já prestado e a lei obriga a guardá-lo.

O atendimento a distância segue as resoluções CFM 2.314/2022, 2.336/2023 e 2.454/2026. O clínico.ia não é plano de saúde e não substitui um.